TERAPIA INTENSIVA 2ª EDIÇÃO

  • 1. Composição de uma unidade de terapia intensiva pediátrica/neonatal . . . . 2

    2. Avaliação de gravidade e prognóstico em terapia intensiva pediátrica . . . . 20

    3. Prevenção da infecção no paciente gravemente doente . . . . . . 34

    4. Procedimentos em unidade de terapia intensiva . . . . . . . . . . . 58

    5. Transporte seguro de paciente criticamente enfermo na pediatria . . . . . . . 87

    6. Aspectos éticos comuns no tratamento de crianças gravemente doentes . . 109

    7. Cuidados paliativos na terapia intensiva pediátrica . . .. . . . . . . 124

    Seção II – Distúrbios Respiratórios

    8. Fisiologia respiratória e principais causas de disfunção respiratória grave . . 136

    9. Análise crítica dos procedimentos para oxigenoterapia e manejo da via aérea . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 146

    10. Ventilação mecânica – como iniciar e monitorar . . . . . . . . . . . 165

    11. Desmame da ventilação mecânica em pediatria . . .. . . . . . . 178

    12. Modos de ventilação não invasiva . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . 191

    13. Síndrome do desconforto respiratório agudo e ventilação protetora em pediatria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 200

    14. Bronquiolite aguda e asma grave . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 210

    15. Modos não convencionais de ventilação mecânica. . . . . . . 226

    16. Oxigenação por membrana extracorpórea . . . . . . . . . . . . . . . 245

    17. Hipertensão pulmonar persistente neonatal . . . . . .. . . . . . . . 267

    18. Hipertensão pulmonar em pediatria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 278

    Seção III – Alterações Hemodinâmicas

    19. Anatomia e fisiologia do sistema cardiovascular . . . . . . . . . . . 300

    Sumário XVII

    20. Monitoração hemodinâmica invasiva versus não invasiva . . .. . 311

    21. Monitoração hemodinâmica e adequação da perfusão tecidual . . . . 326

    22. Síndrome da resposta inflamatória sistêmica, sepse, choque séptico e sepse grave em pediatria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 343

    23. Análise crítica do uso contínuo ou intermitente de medicações no sistema cardiovascular . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 375

    24. Insufiência cardíaca congestiva e choque cardiogênico . . . . . . 386

    25. Disritmias cardíacas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 397

    Seção IV – Disfunção Renal

    26. Injúria renal aguda . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 422

    27. Métodos dialíticos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . 442

    28. Transplante renal – cuidados perioperatórios . . . . . . . . . . . . 451

    29. Crise hipertensiva . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 463

    Seção V – Distúrbios Metabólicos e Hidroeletrolíticos

    30. Acidose metabólica e alcalose metabólica . . . . . . . . . . . . 480

    31. Distúrbios do sódio e do potássio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 507

    32. Distúrbios do metabolismo do cálcio e do magnésio . . . . . . . . 524

    33. Distúrbios endocrinológicos em pacientes pediátricos criticamente doentes . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 539

    Seção VI – Distúrbios Neurológicos

    34. Hipertensão intracraniana: diagnóstico e tratamento . . . . . 568

    35. Coma: diagnóstico e tratamento . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . 599

    36. Convulsões e estado de mal epiléptico . . . . . . . . . . . . . . . . . 612

    37. Morte encefálica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 625

    38. Analgesia e sedação do paciente gravemente doente e tratamento da dor na UTI pediátrica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 634

    Seção VII – Terapia Nutricional

    39. Avaliação do risco nutricional e do estado nutricional da criança e do adolescente gravemente doentes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 660

    40. Bases da terapia nutricional parenteral . . . . . . . . . . . . . . . . 671

    41. Terapia nutricional enteral – sistematização e racionalização de uso . . . . . . 685

    42. Hemorragia digestiva . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . 697

    Seção VIII – Doenças Infecciosas

    43. Uso adequado e racional de antibióticos em unidade de terapia intensiva . 708

    44. Pneumonia hospitalar associada à ventilação pulmonar mecânica . . . . . . . 718

    45. Infecção de corrente sanguínea relacionada ao cateter venoso central . . . . 728

    Seção IX – Disfunção Hepática

    46. Insuficiência hepática aguda em crianças . . . . . . . . . . . . . . . 740

    47. Indicações e avaliação pré e pós-operatória do transplante hepático . . . . . 751

    Seção X – Disfunção Hematológica e Oncologia

    48. Distúrbios trombo-hemorrágicos no paciente gravemente doente . . . . . . . 764

    49. Uso racional de hemocomponentes na criança gravemente doente . . . . . . 778

    Seção XI – Acidentes

    50. Grande queimado/inalação de fumaça . . . . . . . . . . . . 798

    51. Trauma cranioencefálico grave . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 823

    Seção XII – Intoxicações Agudas

    52. Intoxicações exógenas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 856

    Índice remissivo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 869

Categoria

Descrição

COORDENADORESWerther Brunow de Carvalho, Artur F. Delgado, Shieh Huei Hsin, Maria Thereza de Cordes Cabêdo
A medicina de emergência e cuidados intensivos está sempre em desenvolvimento, com um grande número de pesquisas e impacto clínico importante, que alteram o manejo da criança criticamente enferma. A especialidade de cuidados intensivos em pediatria está em constante crescimento e atinge, nesse momento, uma maturidade, com sociedades atuantes, especialistas reconhecidos e uma atuação cada vez maior em todo o país.